Acredito que só consegui amamentar exclusivamente no peito por seis meses em razão da tranquilidade da minha vida aqui e a ausência de palpites; eles até existiam, mas eram via telefone e não me influenciavam. O duro foi não poder dividir com todos o crescimento do Pedro semana a semana!
Os avós não podem visitar o neto a qualquer hora, mas nas oportunidades que tiveram, ficaram ao menos 15 dias grudados com o pequeno, participaram da rotina e ensinaram muitas travessuras para ele!
Não tenho muita opção de sair só com o marido, sempre levamos o Pedro, e isto não nos impediu de sair e viajar bastante. Pedro já é estradeiro!
Sinto muito pelo fato dos avós, tios de sangue e tios de coração não poderem conviver com Pedro. Para esta perda não consegui achar nenhum ganho...por isto escrevo, faço o possível para mandar fotos e vídeos atualizados...mas é este o ponto que mais pega e pesa na nossa balança!
PS.1. Meninas, vou começar a me organizar melhor aqui no blog e então vou comentar/responder os comentários de vcs no próprio post, como faz toda boa e atenciosa blogueira né?!
PS.2. Se tiverem alguma curiosidade sobre a Holanda me perguntem, se eu souber vou fazer um post sobre o assunto.
PS.1. Meninas, vou começar a me organizar melhor aqui no blog e então vou comentar/responder os comentários de vcs no próprio post, como faz toda boa e atenciosa blogueira né?!
PS.2. Se tiverem alguma curiosidade sobre a Holanda me perguntem, se eu souber vou fazer um post sobre o assunto.
10 comentários:
Olha, nem começa com essa história de que existem mais ganhos do que perdas porque eu e sua afilhadinha queremos vocês de voltaaaaaaaa! hahahaa
Saudades demais! Vamos tentar um skype! beijos
Oi Pati! Que pena que você não consegue me seguir! Mas não tem problema, não! Visite-nos sempre que puder!
Lendo esse seu post eu acabei me identificando demais com ele. Não que eu more em outro continente, outro país, mas quando a Ísis nasceu nós morávamos a 400km da cidade dos meus pais e dos pais do meu marido, então não nos víamos com frequência e eu tive liberdade para fazer minhas escolhas, sem muitos palpites (fora por telefone, mas aí é concordar na hora e simplesmente não fazer, depois, rsrsrs).
Agora moramos a 800km da família, então fica difícil estar sempre presente. O pior de tudo é realmente o contato da minha filha com os primos, avós, titios, que ficam muito tempo sem vê-la. Eu tb me esforço escrevendo o blog, colocando fotinhos novas no orkut, fazendo vídeos, deixando ela falar com eles pelo telefone, skype, enfim...mas é duro, não tem como suprir essa ausência.
Também tem esse lado que vc falou...a Ísis vai com a gente em todos os lugares, pois não temos com quem deixá-la. Ela sai para jantar, para viajar, vai às compras, à feira, ao mercado, ao banco...enfim...tem suas dificuldades, lógico, mas a gente acostuma a tê-los sempre conosco, né?
Mas a última frase me deixou preocupada! Eu nunca respondo os comentários no próprio post! Quase sempre eu visito quem me visita e falo lá, no post da pessoa que me visita, hahahaha. É ruim isso?
Beijos!
Nine
Oh, Pati
Esse teu post me doeu na alma.
Até hoje sinto um buraco no peito da falta que minha família me fez, quando sai de casa aos 12 anos.
Como eu queria uma vó que fizesse minhas vontades, uma mãe que me impedisse de fazer besteira, umas primas, pra falar de amor com elas, meus irmão pra brigarmos e nem perceber que fizemos as pazes, enfim... essa falta eu nunca vou suprir.
E agora, me dói novamente ver minhas filhas sendo criadas da mesma maneira. Quando elas chegam no Brasil, ficam tão deslocadas, tão sem referências, que só rindo pra não chorar. Ainda bem que elas tem pelo menos a mãe e o pai por perto.
Entregue o Pedro totalmente à vó, para que ele aproveite esse amor gostoso e necessário.
Que bom que vc vai voltar com mais frequência. É tão bom te ler.
Beijo, Amiga
Nao sinta a perda de nao ter sua familia de sangue ao lado do neto e tal..Vcs estao criando a sua propria historia de vida...E o seu filho vai entender..No futuro,talvez,ele se case com uma pessoa de outro continente..Vc vai passar mais informacoes a ele..Super abraco,Claudia R.,Austin,Texas
Pati,
Estar longe da familia nessas horas eh sempre dificil. mas tudo na vida tem perdas e ganhos como vc falou.
AMigas com filhos q moram fora do Brasil, me dizeram uma coisa muito importante, que meus pais sempre connfirmam, que agora eu tenho a minha familia. E a sua outra familia com certeza vai entender.
bj
Menina sabe que passo pelo mesmo drama com meu Pitico. Sempre tenho a sensação de estar devendo algo para os avós, tios e amigos. Mas outro dia uma amiga querida me disse, você está dando segurança e abrindo os horizontes dele. Nós vamos sempre amá-lo, mesmo que de longe. Fica aqui minha dica. Bjoka
http://quaseumaalema.blogspot.com/
Queridas, muito obrigada pelos comentários. É bom saber que não sou a única a viver este dilema e que sempre existe um ponto positivo em todas as situações.
bjs bjs
Adorei o visú do blog, Pati!
Bjao
Eh... Eu tambem sou expatriada e eh dificil ver minha mae sorrindo e fazendo gracinhas pro Felipe pela webcam. Dah sempre um nozinho na garganta. Mas em relaçao aos palpites eu concordo CEM POR CENTO! :)
Beijinho!
Querida, a vida e assim mesmo, repleta de Perdas e Ganhos, mas com certeza muito mais ganhos!
Eu sempre procuro pensar que o importante e curtir o momento, se estamos juntos, curtimos muito, se estamos longe, pensamos no momento delizioso que passamos juntos, e curtimos de outra maneira!
E assim "cammina a humanidade",quer dizer, sua mamma! Grazie a Dio!
E continuo com as oracoes, parà os "inventores "do Skype e CIA....sem esquecer do Santos Dumont, logico!
Te amo muito,
Postar um comentário