23 de jun. de 2011

Nostalgia de Vienna

Vienna foi o primeiro destino da Vida Nova no Velho Mundo. Já conhecia a cidade e a idéia de poder morar lá não poderia ser mais romântica.

Ao pisar em Vienna na qualidade de moradora desejei viver lá pelo resto da minha vida.

Meses depois a visão romântica da vida vienense foi se enevoando pela falta de agito da cidade, e, somada à necessidade de mudarmos para Holanda, fui obrigada a desapaixonar-me de Vienna. Mas os ventos sopravam em nosso favor, e durante mais de um ano pude voltar todos os meses à minha bela adormecida cidade.

Conheci esta música do Billy Joel logo que cheguei em Vienna. Para ele, Vienna é a metáfora do "resto de sua vida". Para mim, Vienna é a minha opção de vida simples, calma, mais lenta e real;  é a concepção do meu primeiro filho, é a opção de vida que fiz aos 31, é a vida que quero levar para o resto de minha vida, aonde quer que eu esteja ...slowing down crazy child me!

Billy, CER-TE-ZA que você escreveu esta música para mim!



13 de jun. de 2011

Uma história emocionante

A caminhada da Bruna não está sendo fácil. Mas esta menina é tão doce e iluminada que vocês vão virar leitores assíduos do Mulher de força e fé , e não vão conseguir passar nem mais um dia sem mandar muita energia positiva para ela!

9 de jun. de 2011

Vida profissional: pouquinho de fome e culpa nenhuma

Vocês perguntaram, vou responder. Voltar à vida profissional está sendo muito melhor do que eu imaginava!  Fiz ponderações, pensei muito e acredito ter feito a melhor escolha.

Nas primeiras semanas o mais difícil foi passar o dia todo fechada em um mesmo lugar, sem sentar no chão, sem trocar fralda, sem carregar 10kg o dia todo no braço esquerdo, sem sentir aquele cheirinho... E a fome?! Cadê os restinhos de bolacha, maçã, sopinha e leitinho para eu petiscar o dia todo?

Mas e a culpa? Até agora teve não! Tem dias que bate uma saudade absurda. Ligo, recebo fotinhos do berçário, respiro fundo e logo chega a hora de estarmos juntos novamente. Já teve o dia de sair correndo no meio do expediente para buscá-lo no por conta de febre. Já teve o dia de pedir para o marido trabalhar em casa pois não poderia faltar de uma reunião importante e o pequeno estava com suspeita de conjuntivite. Mas tudo deu certo, e sério, não teve culpa alguma.

Estudar, escrever, aprender, ensinar, me arrumar para sair de casa, conversar com queridos amigos todos os dias tem me feito um bem danado. Tenho me esforçado para cumprir o propósito de não perder o equilíbrio entre o pessoal e profissional. Resultado: nunca estive tão motivada profissionalmente. 
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